segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ressignificar

           Ressiginificar (v.t.d.): Uso restrito. Atribuir uma nova significação a; dar um novo significado, um novo sentido a alguma coisa: precisava ressignificar experiências.

           Neste sentido, a ressiginificação, ato de dar um novo sentido a alguma coisa, se faz fundamental no ambiente escolar, uma vez que proporciona aos alunos entender os conhecimentos de uma nova maneira. Na educação física, a ressignificação também necessita estar presente, através de experiências, práticas ou teóricas, que possibilitem a criança, adulto ou adolescente criarem uma nova visão, um novo olhar. 

           O professor, mediador deste processo, junto ao grupo pode fazer da aula um espaço de construção cultural, no qual os questionamentos, os conflitos e interesses de cada um possam conduzir e contribuir a novos caminhos, a novos significados.






Por que ainda vemos no ambiente escolar situações que os alunos se recusam a realizar a prática alegando que é jogo de menina? Ou que é jogo de menino?
De acordo com o texto “A problematização no ensino da Educação Física” é necessário problematizar as práticas para que seja possível pensar e questionar as representações que estão enraizadas nessa atividade, tornando um espaço de aprendizagem. Não aquela aprendizagem que meramente reproduz algo, mas aquela que expresse uma aprendizagem crítica, possibilitando a real aprendizagem sobre ela (Sua importância).

Tudo isso dentro do universo do aluno. O que isso quer dizer? Que o professor deve mapear as práticas corporais que os próprios alunos já tiveram experiência, aquelas que eles conhecem, aquelas que estão no entorno da sua rotina (sabe que existe, mas nunca praticou) para que assim o professor conheça o repertorio de conhecimento da sala e relacione com o que está sendo realizado, favorecendo o aumento de interesse por parte dos alunos e, consequentemente, aprenda e leve isso não apenas como obrigação, mas como algo que vai acrescentar na sua vida. 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016


Estamos inseridos numa sociedade composta por inúmeras estruturas engessadas.  Onde estas são construídas e dirigidas de acordo com os interesses e propósitos de alguns – poder hegemônico. A escola surge na modernidade - período onde rege o antropocentristo, onde o indivíduo se torna o centro do universo, sendo assim sucede os interesses de regulação dos sujeitos, visto que estes ganham sua suposta emancipação. A regulação acontece em diversos espaços da sociedade entre eles na escola, por meio da disciplinarização dos corpos através do mecanismo currículo. O currículo escolar prescreve o caminho e os processos, no qual os alunos precisam vivenciar para que estes se transformem em um certo sujeito. Com isso, o currículo se torna um instigante mecanismo de controle das pessoas, que por vezes as diversas culturas trazidas pelos alunos são simplesmente desconsideradas.

No viés dos estudos culturais é necessário reconhecer e aceitar a diversidade cultural dos alunos, como futuros professores, precisamos evitar o daltonismo cultural, precisamos desengessar o currículo escolar, precisamos reconhecer as identidades culturais dos alunos, só assim poderemos proporcionar a justiça social. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

ESCOLA PRIVADA x ESCOLA PÚBLICA

ESCOLA PRIVADA x ESCOLA PÚBLICA


Essa imagem demonstra alunos de uma escola privada e de uma escola pública observando as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Os alunos da escola privada olham as suas notas com felicidade, gratidão de terem conseguido uma vaga no ensino superior, já os alunos da rede pública, olham suas notas desolados, tristes porque não conseguiram uma aprovação.

E com essa possível “Ponte para o Futuro”, será que todos ficaram felizes com seu resultado nesse exame?

Para entender um pouco mais sobre esse projeto, acesse: http://pmdb.org.br/wp-content/uploads/2015/10/RELEASE-TEMER_A4-28.10.15-Online.pdf

sábado, 1 de outubro de 2016


A Medida provisória do ensino médio, que estará em debate no dia 5 de outubro, propõe uma proposta autoritária que não dialoga com a sociedade. As consequências afetaram principalmente as camadas mais baixa, tendendo a aumentar a desigualdade social; pois são as classes baixas que demandam maior empregabilidade imediata, desta maneira é provável que acabaram optando pelo percurso profissionalizante, já no ensino propedêutico a assunção da cultura geral ficará apenas para aqueles que não dependem dessa empregabilidade aumento a desigualdade em nosso país, desta maneira a educação não estimulará o raciocínio critico nas escolas publicas, e sim uma educação mimetizada. A principal questão será a transformação da escola numa agência que, agora direta e intencionalmente, reproduzira e intensificará a estratificação social e a divisão do trabalho, separando ainda mais a formação geral da formação técnica e profissionalizante.

É nítido que o Ensino Médio necessita de mudanças, porém primeiramente para mudanças é exigido maturação, do ensino, da valorização do profissional e de uma escola não abstrata que tende a afastar o jovem, resolvendo assim, primeiramente as questões estruturais.

=


Gabriel o Pensador- Estudo Errado
                                             
                                       
                                                                                           

Alteração LDB 9394/1996 e retirada Educação Física de todo o Ensino Médio http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm