segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Uma experiência do handebol...

Durante as observações e anotações realizadas na visitados locais na comunidade onde se praticam a modalidade, vimos muitos jogadores... Na aula subsequente houve a sociabilização das informações que cada um coletou, quais foram as respostas, ponto de vista de cada um e, referente a uma partida de handebol, apareceu uma dúvida...
- O que é Jogos Regionais que estava escrito na camisa do jogador que usava um short amarelo? Nunca ouvi falar...
- Alguém sabe o que é?
            Esse relato nos trouxe algumas coisas interessantes para pensar... Como os alunos observaram o ambiente em geral, (não somente o jogo em si – técnico, mas também como eram as pessoas que participavam, o que usavam na questão da vestimenta).
Referente a essa questão, estimulamos a perguntarem aos seus parentes e a pesquisarem um pouco sobre os Jogos Regionais.
Na outra aula, houve muitas informações coletadas, tanto de relatos dos primos, dos pais, quanto pesquisas de cunho tecnológico. Antes de se expressarem,colocamos vídeos de “propaganda”, reportagens, e entrevistas que foram realizadas com atletas de diferentes modalidades e como esse evento se organizou na cidade. 
            Após essa etapa, muitos identificaram o vídeo com as informações coletadas. Questões de alojamento (muitos são realizados em escolas), modalidades, cidade diferente de acordo com a região, até a data na qual é realizada.

            Podemos dizer que muitos ficaram com vontade de participar... Aliás, não podemos sentir falta do que não conhecemos. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Ampliação

Pensamos em realizar com os alunos uma visita aos locais na comunidade que se pratiquem o handball. 
Em um primeiro momento orientaríamos os alunos a construção de uma entrevista semiestruturada, para aplicar as pessoas que coordenam o espaço, e um diário de campo, para que através da observação coletar as informações.
Dividiríamos a sala em grupos para elaboração das perguntas, após definidas, os alunos deveriam ser divididos em dois grupos, um ficará com a entrevista e o outro com o diário de campo, verificar com cada grupo o meio pelos quais eles iram registrar essas informações, sejam por meio de filmagem, fotos, escrita, desenhos, entre outros.
Na segunda aula aconteceria a visita, quando já tivessem estruturado as perguntas e o modo que seriam feitos esses registros das observações.
Na terceira aula se pretende fazer a sociabilização das informações que cada um coletou, quais foram às respostas, ponto de vista de cada um, se podemos fazer alguma interferência, ampliar o debate para que haja novas duvidas e preposições, e através de blogs, vídeos, imagens, reportagens, tentar sanar essas duvidas.

O vídeo a seguir, não fala sobre a educação física, porém nos faz refletir sobre o que aprendemos e como aprendemos!

Obs: Quem preferir assistir a partir do 04h55min


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ressignificar

           Ressiginificar (v.t.d.): Uso restrito. Atribuir uma nova significação a; dar um novo significado, um novo sentido a alguma coisa: precisava ressignificar experiências.

           Neste sentido, a ressiginificação, ato de dar um novo sentido a alguma coisa, se faz fundamental no ambiente escolar, uma vez que proporciona aos alunos entender os conhecimentos de uma nova maneira. Na educação física, a ressignificação também necessita estar presente, através de experiências, práticas ou teóricas, que possibilitem a criança, adulto ou adolescente criarem uma nova visão, um novo olhar. 

           O professor, mediador deste processo, junto ao grupo pode fazer da aula um espaço de construção cultural, no qual os questionamentos, os conflitos e interesses de cada um possam conduzir e contribuir a novos caminhos, a novos significados.






Por que ainda vemos no ambiente escolar situações que os alunos se recusam a realizar a prática alegando que é jogo de menina? Ou que é jogo de menino?
De acordo com o texto “A problematização no ensino da Educação Física” é necessário problematizar as práticas para que seja possível pensar e questionar as representações que estão enraizadas nessa atividade, tornando um espaço de aprendizagem. Não aquela aprendizagem que meramente reproduz algo, mas aquela que expresse uma aprendizagem crítica, possibilitando a real aprendizagem sobre ela (Sua importância).

Tudo isso dentro do universo do aluno. O que isso quer dizer? Que o professor deve mapear as práticas corporais que os próprios alunos já tiveram experiência, aquelas que eles conhecem, aquelas que estão no entorno da sua rotina (sabe que existe, mas nunca praticou) para que assim o professor conheça o repertorio de conhecimento da sala e relacione com o que está sendo realizado, favorecendo o aumento de interesse por parte dos alunos e, consequentemente, aprenda e leve isso não apenas como obrigação, mas como algo que vai acrescentar na sua vida. 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016


Estamos inseridos numa sociedade composta por inúmeras estruturas engessadas.  Onde estas são construídas e dirigidas de acordo com os interesses e propósitos de alguns – poder hegemônico. A escola surge na modernidade - período onde rege o antropocentristo, onde o indivíduo se torna o centro do universo, sendo assim sucede os interesses de regulação dos sujeitos, visto que estes ganham sua suposta emancipação. A regulação acontece em diversos espaços da sociedade entre eles na escola, por meio da disciplinarização dos corpos através do mecanismo currículo. O currículo escolar prescreve o caminho e os processos, no qual os alunos precisam vivenciar para que estes se transformem em um certo sujeito. Com isso, o currículo se torna um instigante mecanismo de controle das pessoas, que por vezes as diversas culturas trazidas pelos alunos são simplesmente desconsideradas.

No viés dos estudos culturais é necessário reconhecer e aceitar a diversidade cultural dos alunos, como futuros professores, precisamos evitar o daltonismo cultural, precisamos desengessar o currículo escolar, precisamos reconhecer as identidades culturais dos alunos, só assim poderemos proporcionar a justiça social. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

ESCOLA PRIVADA x ESCOLA PÚBLICA

ESCOLA PRIVADA x ESCOLA PÚBLICA


Essa imagem demonstra alunos de uma escola privada e de uma escola pública observando as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Os alunos da escola privada olham as suas notas com felicidade, gratidão de terem conseguido uma vaga no ensino superior, já os alunos da rede pública, olham suas notas desolados, tristes porque não conseguiram uma aprovação.

E com essa possível “Ponte para o Futuro”, será que todos ficaram felizes com seu resultado nesse exame?

Para entender um pouco mais sobre esse projeto, acesse: http://pmdb.org.br/wp-content/uploads/2015/10/RELEASE-TEMER_A4-28.10.15-Online.pdf

sábado, 1 de outubro de 2016


A Medida provisória do ensino médio, que estará em debate no dia 5 de outubro, propõe uma proposta autoritária que não dialoga com a sociedade. As consequências afetaram principalmente as camadas mais baixa, tendendo a aumentar a desigualdade social; pois são as classes baixas que demandam maior empregabilidade imediata, desta maneira é provável que acabaram optando pelo percurso profissionalizante, já no ensino propedêutico a assunção da cultura geral ficará apenas para aqueles que não dependem dessa empregabilidade aumento a desigualdade em nosso país, desta maneira a educação não estimulará o raciocínio critico nas escolas publicas, e sim uma educação mimetizada. A principal questão será a transformação da escola numa agência que, agora direta e intencionalmente, reproduzira e intensificará a estratificação social e a divisão do trabalho, separando ainda mais a formação geral da formação técnica e profissionalizante.

É nítido que o Ensino Médio necessita de mudanças, porém primeiramente para mudanças é exigido maturação, do ensino, da valorização do profissional e de uma escola não abstrata que tende a afastar o jovem, resolvendo assim, primeiramente as questões estruturais.

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Gabriel o Pensador- Estudo Errado
                                             
                                       
                                                                                           

Alteração LDB 9394/1996 e retirada Educação Física de todo o Ensino Médio http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm



segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A Educação do Brasil

Linha do Tempo da Educação no Brasil


Essa linha do tempo que montamos foi uma forma visual para mostrar as mudanças que ocorreram no Ensino médio ao longo do tempo. Segue algumas explicações para entender um pouco melhor o que queremos mostrar:
Politécnica: Foi pensado por Marx num momento em que pensava numa revolução socialista mundial. Para ele “o conteúdo escolar deveria ser desenvolvido de forma teórica e prática”. A teoria serviria para que os alunos pudessem “aprender os princípios gerais e científicos detodos osprocessos de produção e, na prática, para dotá-los de destreza ehabilidades no manejo dos instrumentos elementares de todos os ramosindustriais”.
                Já na Era Vargas, da República Velha, o ensino foi caracterizado por propedêutico – uma educação voltada para o Ensino Superior no qual faziam parte as minorias das elites – e o Profissionalizante – uma preparação para qualificação do trabalho, voltado para as classes populares e sem possibilidades de acesso ao ensino superior. 
A constituição de 1988, possibilitou algumas mudanças na área da educação.
A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) definiu que umas das finalidades do ensino médio, seria a consolidação e o aprofundamentodos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental possibilitando o“prosseguimento dos estudos”, e a “preparação básica para o trabalhoe a cidadania” do educando para continuar aprendendo, de modo a sercapaz de se adaptar com flexibilidade às novas condições de ocupaçãoou aperfeiçoamento posteriores.
A partir disso, o que podemos pensar sobre a Medida Provisória que o governo de Michel Temer colocou em pauta? Será que possibilita o aluno ganhar autonomia nas suas escolhas ou apenas serve para eliminar as disciplinas de sua maior dificuldade? Será que em nenhum momento vai ser utilizado esses conhecimentos ao longo de sua vida? 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Como eu aprendi a pensar o que eu penso? Como o outro aprendeu a pensar o que pensa? Como nós pensamos o que pensamos?

          Estas são algumas perguntas que nos instigaram durante essa semana. Os discursos formados e pré estabelecidos na sociedade funcionam como um estatuto da verdade que nos regulam. Ao vermos uma criança um pouco mais inquieta que as outras, logo pensamos, rotulamos e criamos uma imagem dela. Postulamos características de uma criança "travessa", "difícil", "que não para quieta"e entre outras... Essas características influenciam, as vezes até inconscientemente, nosso modo de agir com ela. 
          Neste cenário, exemplificamos um olhar sobre UMA criança, agora pensem no que acontece quando um professor se coloca dentro de uma sala de aula e olha para seus alunos: "Aquele aluno é bom, aquele é ruim, aquele não tem jeito, aquele não para, aquele é um amor, aquele faz tudo, aquele é tímido demais". O que acontecerá na prática do professor com cada aluno se existirem todos esses rótulos formados?
           Talvez seja o momento, já tardio,  de repensar na apropriação destes discursos. Pensar, como você como professor aprendeu a pensar o que pensa? Como seu aluno aprendeu a pensar e se comportar de determinado modo? E por fim, como podemos intervir nesta realidade?

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A era digital, ou melhor, a era das redes sociais...



      Atualmente grande parte da sociedade contemporânea possui acesso as redes sociais, por meio de algum dispositivo eletrônico , via computador doméstico, lan house, celular, tablet, entre outros. Os jovens talvez seja os maiores consumidores de tal tecnologia. Estas tecnologias fazem parte da cultura juvenil, estes usufruem destas via dispositivos voláteis, que logo se tornam ultrapassados com o giro rápido do mercado, que sempre oferece algo novo. Como exemplo, o orkut, uma rede social muito utilizada pelas pessoas, inclusive pelos jovens, que se tornou ultrapassada com a chegada do facebook. Estas redes sociais assim como whatssap, blogs, snap, instagra, constituem uma certa identidade aos sujeitos consumidores, gerando uma especifica cultura de massa.

      A prática das redes social está tão difundida na sociedade contemporânea, a ponto de ocorrer estranhamento entre jovem que usufruem entre os que não usufruem das redes sociais, por exemplo, um jovem que não possui um perfil no facebook, ou o aplicativo do whatssap, ou até mesmo a posse de um aparelho smartphone, este que da acesso quase que instantaneamente as redes sociais. Tais práticas constituem os sujeitos, regulam suas condutas e as ações sócias, denominando uma certa identidade especifica, aponto de um jovem de classe social baixa, assumir uma divida na qual não pode pagar, apenas por possuir tais dispositivos que geram identidade.

      Deste modo, o jovem é conduzido a ser o sujeito desejado pela dominação hegemônica, para que estes se sintam acolhidos e aceitos por está enorme mancha, a juventude.  Diante da condição deste cenário o estudo cultural juvenil implica em contestações impostas a sociedade. Como por exemplo, a centralização cultural, as verdades absolutas, as identidades engessadas, e por fim as condutas que são gerida por meio das regulações culturais de acordo com Hall.

      De acordo com Hall, a regulação cultural da sentido as ações dos sujeito por meio das regras e convenções, por exemplo as impostas pelas instituições, como exemplo a escola. Tais instituições estabelecem padrões aceitáveis, que classificam as ações e condutas dos sujeitos.  Os sistemas organizacionais da sociedade, utilizam a regulação cultural a fim de internaliza identidades nos sujeitos, focando no processo de subjetividade destes, onde estes atuam ativamente no processo de formação do sujeito desejado. É por meio da regulação cultural que as instituições como a escola, moldam, controlam e produzem os sujeitos desejados, especificamente pela dominação hegemônica.

     Contudo, os estudos culturais contribuem para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, onde a cultura é pública, possibilitando a atuação de todos na constituição desta, contestando a dominação hegemônica. Nada é verdade absoluta, tudo é construído por meio dos discursos circulantes, onde os significados são transitórios.

terça-feira, 6 de setembro de 2016


Na semana passada tivemos a oportunidade de ler e debater  o texto “Os circuitos dos jovens urbanos” do José Guilherme C. Magnani, onde foi levantado uma reflexão acerca das práticas culturais e de lazer, rede de sociabilidade e relações de troca e conflito entre os jovens urbanos .

Surge então o termo pedaço, significando uma existência de um espaço social em que se situa entre a nossa casa e a rua, desta forma os vínculos que são adquiridos nesses espaços apresentam uma forma de sociabilidade mais aberta que a que encontramos em casa e na nossa família. São nesses “pedaços” que constituem o dia-a-dia, nossos momentos de lazer e também alguns possíveis conflitos. Entretanto, as nossas experiências sociais não ficam restringidas apenas a essa localidade, assim há a necessidade de circulação para territórios mais amplos que se dão por meio de trajetos, que são percursos determinados por regras de compatibilidades, onde se abrem novas experiências diferentes daquele outro espaço conhecido. Desta forma, nós frequentamos diferentes lugares, onde pessoas diferentes o frequentam e existe outra dinâmica, esse espaço é chamado de mancha e não se sabe o que será encontrado, assim a uma possibilidade de imprevisto nesses locais.

Assim, deste modo podemos dizer que as trocas de relações interpessoais não se dão apenas em uma direção, assim há a necessidade de que o jovem maneje determinados códigos para se adequar (ou não) dentro desses espaços e aproveitar o que está sendo oferecido e as suas atitudes, gostos, padrões de consumo, crenças e vínculos de sociabilidade que estão presentes dentro desses espaços. 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Condição Pós-Moderna

Compreender como a história é feita constitui a fonte primordial para refletirmos, avaliarmos, distinguirmos sobre algo. Ou seja, por meio do entendimento do passado, podemos constituir novas percepções e interpretações críticas sobre o presente, assim como, opções e escolhas da prática social.

                                      

O livro Condição Pós Moderna de David Harvey nos traz algumas considerações acerca das mudanças estruturais promovidas por uma sociedade capitalista e seus reflexos no cotidiano, resultando numa sociedade denominada como pós- moderna.


A sociedade pós-moderna é gerida de acordo com as necessidades do trabalho, por meio da acumulação flexível, que promove um rápido giro da produção. O sujeito pós-moderno é atuante ativo da sociedade, onde o sucesso ou insucesso desta é consequência de suas ações. Diante disso, surgi a seguinte questão: Como garantir o sucesso da sociedade pós-moderna?

Os sujeitos são produzidos por meio dos discursos vigentes na sociedade, pelos sistemas de signos e imagens, manipulados pelos dispositivos do Estado. Tudo se torna efêmero e transitório, influenciando nos valores, estilos de vida, modos de agir e ser, relacionamentos, lugares, apego entre outros. Estes são dirigidos pelas estruturas e instituições sociais, decentralizadas, múltiplas, fragmentadas e instáveis.

As estruturas sociais atuam a partir da ideia de transitoriedade. Um sistema hoje poderá se considerado moderno e efetivo, mas amanhã poderá ser considerado rudimentar. Com efeito, aumenta-se o interesse do Estado pelas instituições básicas, como as escolas, a família, igrejas entre outros, a fim de manipular os gostos e opiniões das pessoas, possibilitando a dominação ou intervenção dos sistemas das estruturas sociais.

Conceitos como a volatilidade – a instabilidade das coisas, mudança decorrente – a efemeridade – as coisas são feitas para ser de curta duração ao mesmo tempo que cria a necessidade de ser assim, estimulando a troca e o ciclo de produção – a instantaneidade – tudo muito rápido e valorizamos essa rapidez – e a descartabilidade – realizar a troca, jogar fora - são abordados no livro como características muito presente do capitalismo.

O mercado de massa e a produção de imagens acerca das mercadorias, consideradas mais relevantes que a própria mercadoria, tornaram-se fundamentais no sistema capitalista. O ritmo acelerado de imagens expostas em todos os lugares que induzem ao desejo de se consumir acabam por acarretar a volatilidade. Por que volatilidade? Não teria palavra melhor já que as coisas mudam com uma velocidade impressionante e (para estarmos inseridos perante os olhos da sociedade) devemos mudar na mesma velocidade, ou seja, busco o prazer de ter algo, mas não me contento só com ele já que a mídia nos inspira a ter outros desejos, a moda do mercado de massa.

Isso quer dizer que aumentou o ritmo do consumo no que diz a roupas, alimentação, estilo de vida e até mesmo nos hábitos de lazer. Por exemplo, são impostas formas de roupas para um ou outro lugar, ou ainda a imagem de lugares de lazer me influencia a consumir/ir a esses lugares que são mostrados como ideais para mim pensados como uma forma de “controlar” gostos, preferências e pensamentos. Toda essa lógica interfere na sociedade, e inclusive nos jovens.

Nesta perspectiva, instigamos a vocês, leitores, a refletir como as mudanças e as características do capitalismo influenciam na cultura juvenil? E no ambiente escolar frequentado por esses jovens?